SOLUÇÃO ADEQUADA DE CONFLITOS

NOSSOS SERVIÇOS

>> MEDIAÇÃO

O que é mediação? 

A Mediação é uma forma de solução de conflitos na qual uma terceira pessoa, neutra e imparcial, facilita o diálogo entre as partes, para que elas construam, com autonomia e solidariedade, a melhor solução para o problema. A Mediação é um procedimento estruturado, célere, e pode terminar ou não em acordo, pois as partes têm autonomia para buscar soluções que compatibilizem seus interesses e necessidades. 

Como solicitar uma mediação? 

Extrajudicial: através do fale conosco, ou pessoalmente, o interessado, pessoa física ou jurídica, capaz, por ato próprio ou através de seu advogado, informará seus dados e os da outra parte (endereço e contato telefônico) e fará um resumo do assunto a ser mediado. Em seguida, nossa equipe entrará em contato para prestar esclarecimentos mais detalhados. 

Judicial:
 o juiz que preside o processo, de ofício ou à pedido das partes, conforme a oportunidade e possibilidade, encaminhará os autos ao Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos do Tribunal de Justiça (NUPEMEC/MS), para que seja distribuído à Câmara Mediador Brasil, para o agendamento e a realização do procedimento. 

Os acordos elaborados por meio da mediação têm valor legal? 

Sim. O Termo de Transação, ou seja, o acordo, possui valor legal. Ele pode se constituir em título executivo extrajudicial ou título executivo judicial, nos casos homologados por juiz de direito.

Por que Mediar? 

  • É um procedimento informal, porém estruturado;
  • Os interessados constroem o acordo, conforme suas necessidades e disponibilidades;
  • É facilitada por um profissional imparcial, que vai favorecer a comunicação direta e uma atitude de cooperação entre todos os envolvidos.
  • É norteada por princípios como informalidade, simplicidade, economia processual, celeridade, oralidade e flexibilidade processual.
  • Os profissionais atuam de acordo com princípios fundamentais, estabelecidos na Resolução 125/2010: confidencialidade, decisão informada, competência, imparcialidade, independência e autonomia, respeito à ordem pública e às leis vigentes, empoderamento e validação.

>> CONCILIAÇÃO

O que é conciliação? 

A Conciliação é um método utilizado em conflitos mais simples, ou restritos, no qual o terceiro facilitador pode adotar uma posição mais ativa, porém neutra com relação ao conflito, imparcial. É um processo consensual breve, que busca uma efetiva harmonização social e a restauração, dentro dos limites possíveis, da relação social das partes. 

Como solicitar uma conciliação? 

Extrajudicial: através do fale conosco, ou pessoalmente, o interessado, pessoa física ou jurídica, capaz, por ato próprio ou através de seu advogado, informará seus dados e os da outra parte (endereço e contato telefônico) e fará um resumo do assunto a ser mediado. Em seguida, nossa equipe entrará em contato para prestar esclarecimentos mais detalhados. 

Judicial:
 o juiz que preside o processo, de ofício ou à pedido das partes, conforme a oportunidade e possibilidade, encaminhará os autos ao Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos do Tribunal de Justiça (NUPEMEC/MS), para que seja distribuído à Câmara Mediador Brasil, para o agendamento e a realização do procedimento. 

Os acordos elaborados por meio da mediação têm valor legal? 

Sim. O Termo de Transação, ou seja, o acordo, possui valor legal. Ele pode se constituir em título executivo extrajudicial ou título executivo judicial, nos casos homologados por juiz de direito.

Por que Conciliar? 

  • É um procedimento informal, porém estruturado;
  • Os interessados constroem o acordo, conforme suas necessidades e disponi-bilidades;
  • É facilitada por um profissional imparcial, que vai favorecer a comunicação direta e uma atitude de cooperação entre todos os envolvidos.
  • É norteada por princípios como informalidade, simplicidade, economia processual, celeridade, oralidade e flexibilidade processual.
  • Os profissionais atuam de acordo com princípios fundamentais, estabelecidos na Resolução 125/2010: confidencialidade, decisão informada, competência, imparcialidade, independência e autonomia, respeito à ordem pública e às leis vigentes, empoderamento e validação.